
Compensações urbanísticas dividem Assembleia e proposta acaba rejeitada
Recomendação apresentada pelo MMC dominou a reunião de 18 de julho, marcada por um longo debate sobre habitação, encargos urbanísticos e competências da Assembleia.

Recomendação apresentada pelo MMC dominou a reunião de 18 de julho, marcada por um longo debate sobre habitação, encargos urbanísticos e competências da Assembleia.

Encerramento da passagem de nível reuniu críticas de diferentes bancadas. Recuperação de equipamentos, execução do investimento e recomendação sobre a antiga escola da Ponte de Anta também animaram o debate.

A última Assembleia Municipal de Espinho ficou marcada por moções sobre transportes públicos, ferrovia, legislação laboral, apoios sociais, cultura e respostas locais na área da inclusão

Entre um consenso alargado em torno da educação especial e críticas da oposição aos baixos níveis de execução orçamental, à reorganização interna e ao ritmo de investimento municipal, a Assembleia Municipal de Espinho da passada segunda-feira, dia 25 de maio, voltou a centrar o debate na ação do executivo liderado por Jorge Ratola.

A preparação da época balnear e a necessidade de respostas mais rápidas para pequenas reparações no espaço público marcaram a sessão da Assembleia Municipal de Espinho, realizada na noite de terça-feira, 19 de maio, no Centro Multimeios.

O projeto pretende transformar a Rua 2 e o passeio marítimo em novos polos de atração turística, comercial e de lazer.

A Sessão Solene do 25 de Abril em Espinho reuniu representantes de todas as forças políticas com assento na Assembleia Municipal, numa cerimónia marcada por discursos sobre liberdade, memória histórica e participação cívica. Ao longo das intervenções, evocaram-se as conquistas da Revolução dos Cravos, os desafios atuais da democracia e o papel do poder local na proximidade às populações.

Apesar das divergências políticas, houve consenso quanto à importância do equipamento cultural e à necessidade de contestar a decisão da DGARTES.

Moradores do Bairro da Ponte de Anta denunciaram na Assembleia Municipal o avançado estado de degradação dos edifícios, apontando riscos de segurança, infiltrações e falta de manutenção. Foi entregue uma petição com 480 assinaturas a exigir obras urgentes no conjunto habitacional.

No total, as freguesias receberão 2,27 milhões de euros, resultantes da soma das transferências do Fundo de Financiamento das Freguesias, através da DGAL, e das verbas atribuídas pelo município.
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