
Assembleia aprova recomendação para requalificar frente marítima com investimento de 2 milhões
O projeto pretende transformar a Rua 2 e o passeio marítimo em novos polos de atração turística, comercial e de lazer.

O projeto pretende transformar a Rua 2 e o passeio marítimo em novos polos de atração turística, comercial e de lazer.

A Sessão Solene do 25 de Abril em Espinho reuniu representantes de todas as forças políticas com assento na Assembleia Municipal, numa cerimónia marcada por discursos sobre liberdade, memória histórica e participação cívica. Ao longo das intervenções, evocaram-se as conquistas da Revolução dos Cravos, os desafios atuais da democracia e o papel do poder local na proximidade às populações.

Apesar das divergências políticas, houve consenso quanto à importância do equipamento cultural e à necessidade de contestar a decisão da DGARTES.

Moradores do Bairro da Ponte de Anta denunciaram na Assembleia Municipal o avançado estado de degradação dos edifícios, apontando riscos de segurança, infiltrações e falta de manutenção. Foi entregue uma petição com 480 assinaturas a exigir obras urgentes no conjunto habitacional.

No total, as freguesias receberão 2,27 milhões de euros, resultantes da soma das transferências do Fundo de Financiamento das Freguesias, através da DGAL, e das verbas atribuídas pelo município.

A oposição acusou o Executivo de criar uma estrutura “burocrática e pesada”, que pode chegar a ter 31 cargos de chefia, sem organogramas nem avaliação do impacto financeiro.

Um ajuste direto de 97.920 euros para serviços jurídicos acabou por ser o foco da reta final da sessão, depois de várias bancadas questionarem o seu enquadramento legal.

A proposta do PSD para reativar o projeto municipal “Sem Espinhas” acabou por ser aprovada, com a abstenção da bancada socialista e o voto contra do Chega.

A Assembleia Municipal de Espinho reuniu-se na passada sexta-feira, dia 13 de fevereiro, no Centro Multimeios, para a primeira sessão ordinária do ano. Os trabalhos concentraram-se na análise e votação dos Documentos Previsionais para 2026, que integraram os seguintes pontos: orçamento, Grandes Opções do Plano (GOP), mapa de pessoal e autorizações prévias de gestão.

A CDU propôs o reforço da identificação toponímica no concelho, nomeadamente através da colocação e substituição de placas com indicação do nome e numeração das ruas, incluindo em cruzamentos e espaços de uso público.
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