Isaura Barge: “Não há nada que pague a Liberdade”

Aos 90 anos, Isaura Barge recorda um Espinho feito de trabalho, pobreza, política, cultura popular e liberdade conquistada. O retrato de uma mulher que atravessou quase um século sem perder a voz crítica nem a convicção de que “não há nada que pague a Liberdade”.
Isaura Barge, 90 anos, guarda uma memória viva de Espinho, da pobreza, da política, da cultura popular e dos primeiros gestos de solidariedade que ajudaram a fazer nascer a Cooperativa Nascente
Isaura Barge, 90 anos, guarda uma memória viva de Espinho, da pobreza, da política, da cultura popular e dos primeiros gestos de solidariedade que ajudaram a fazer nascer a Cooperativa Nascente

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