Helena Reis, a estátua mais viva de Espinho

Na imobilidade de uma estátua viva, Helena Reis encontrou uma forma de juntar desenho, dança, teatro, escultura, pintura e encontro direto com o público. Em Espinho, cidade onde descobriu o palco, o corpo e esta linguagem entre a presença e o silêncio, começou um percurso que hoje cruza artes plásticas, performance e uma ideia simples, mas rara: parar também pode ser uma forma profundamente viva de estar no mundo.
Helena Reis descobriu em Espinho o palco, o corpo e o caminho das estátuas vivas, uma linguagem onde cruza artes plásticas, performance, silêncio e presença
Helena Reis descobriu em Espinho o palco, o corpo e o caminho das estátuas vivas, uma linguagem onde cruza artes plásticas, performance, silêncio e presença

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