A vergonha como linguagem: e se o que escondemos estivesse, de repente, exposto?

Algumas exposições revelam-se como quem abre uma porta interior. “Vermelha Como um Tomate”, de Ana Albergaria, configura uma dessas entradas silenciosas, um convite para olhar para dentro e de frente aquilo que normalmente escondemos: a vergonha.
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