Em 2025, Espinho registou 122 denúncias de violência doméstica, com maior incidência na cidade e em Silvalde, num retrato que expõe padrões de vitimação, reincidência e presença de menores em mais de metade dos casos.
Em 2025, Espinho registou 122 denúncias de violência doméstica, com maior incidência na cidade e em Silvalde, num retrato que expõe padrões de vitimação, reincidência e presença de menores em mais de metade dos casos.
Entre um consenso alargado em torno da educação especial e críticas da oposição aos baixos níveis de execução orçamental, à reorganização interna e ao ritmo de investimento municipal, a Assembleia Municipal de Espinho da passada segunda-feira, dia 25 de maio, voltou a centrar o debate na ação do executivo liderado por Jorge Ratola.
A preparação da época balnear e a necessidade de respostas mais rápidas para pequenas reparações no espaço público marcaram a sessão da Assembleia Municipal de Espinho, realizada na noite de terça-feira, 19 de maio, no Centro Multimeios.
O projeto pretende transformar a Rua 2 e o passeio marítimo em novos polos de atração turística, comercial e de lazer.
No Bairro da Ponte de Anta, o medo de uma tragédia convive diariamente com infiltrações, varandas degradadas, pilares com ferro exposto e caixas de gás corroídas. Numa visita ao complexo habitacional, moradores denunciaram décadas de abandono e exigiram obras urgentes, enquanto relatam viver entre a humidade, a insegurança e a sensação de terem sido esquecidos.
A Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira voltou a destacar-se a nível nacional, liderando vários indicadores da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas. Mas por detrás dos números há um trabalho diário de proximidade que leva livros, cultura e atividades a fábricas, escolas, instituições sociais e espaços públicos.
A Sessão Solene do 25 de Abril em Espinho reuniu representantes de todas as forças políticas com assento na Assembleia Municipal, numa cerimónia marcada por discursos sobre liberdade, memória histórica e participação cívica. Ao longo das intervenções, evocaram-se as conquistas da Revolução dos Cravos, os desafios atuais da democracia e o papel do poder local na proximidade às populações.
Apesar das divergências políticas, houve consenso quanto à importância do equipamento cultural e à necessidade de contestar a decisão da DGARTES.
O documento acabou por ser aprovado pelo PSD e também pelo MMC. Executivo sublinhou o aumento da execução nos últimos dois meses do ano.
Moradores do Bairro da Ponte de Anta denunciaram na Assembleia Municipal o avançado estado de degradação dos edifícios, apontando riscos de segurança, infiltrações e falta de manutenção. Foi entregue uma petição com 480 assinaturas a exigir obras urgentes no conjunto habitacional.
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