
Nada dura para sempre
“Creio que a verdadeira felicidade se constrói em conjunto e vou à procura de fazer isso mesmo – noutra área, longe do jornalismo, por enquanto”.

“Creio que a verdadeira felicidade se constrói em conjunto e vou à procura de fazer isso mesmo – noutra área, longe do jornalismo, por enquanto”.

A história de Espinho, cidade marcada por um traçado urbano invulgar, uma forte ligação ao mar e uma identidade construída a partir de múltiplas origens, esteve em destaque na mais recente sessão do ciclo “Conversas no Museu para Tod@s”, promovido pelo Museu Municipal de Espinho. Num ambiente informal e participativo, o encontro foi conduzido por Abel Casal Ribeiro, que desafiou o público também a revisitar a evolução da cidade, desde os seus primórdios até à atualidade. “Espinho era um vazio”. Foi assim que Abel Casal Ribeiro iniciou a sessão, descrevendo um território outrora inabitado, feito de “terra, areia, silvas e espinhos”, que se estendia desde Anta até ao mar. Antes de existir como localidade, existia como espaço de trabalho, tendo sido a prática da arte-xávega que trouxe os primeiros habitantes. Os pescadores, vindos sobretudo de outras zonas, instalavam-se sazonalmente junto à costa. Pescavam durante o dia e dormiam sob os

A ERSAR estima que a água perdida nas redes de distribuição seria suficiente para abastecer 2,8 milhões de pessoas durante um ano inteiro.

Estima-se que a energia média disponível nos mares daria para cobrir os gastos médios anuais do Mundo.

Sara Correia, da Associação ZERO, defende uma monitorização em tempo real, maior fiscalização e prevenção na origem para travar a poluição que continua a chegar ao mar.

Carla Patinha defende que a análise da água e dos sedimentos é essencial para compreender contaminantes e orientar medidas concretas que garantam
a proteção ambiental.

Ruth Pereira faz um diagnóstico claro: a água está a sofrer, e a responsabilidade não é de um único culpado, mas de um sistema que se esqueceu de que o solo é a pele da Terra.

Este suplemento nasce da convicção que a crise da água não é um problema do futuro, pois é uma realidade que se manifesta nas praias que ficam interditas no verão, nas ribeiras poluídas ou nas faturas que chegam a casa sem que ninguém saiba bem o que está a pagar.

O festival, que decorre em Santa Maria da Feira, de 21 a 23 de maio, passa a designar-se Imaginarius – Festival de Artes Performativas em Espaço Público.

O espinhense Francisco Rodrigues foi eleito vice-presidente da Federação Distrital de Aveiro da JS, assim como Carolina Ribeiro, de Oliveira do Bairro.
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