Guta Naki em Espinho

11 Junho, 2014

Cátia Sá Pereira, Nuno Palma e Dinis Lapa são amigos desde o liceu e valeu-lhes o tédio dos subúrbios para começarem a compor canções. Em Dezembro de 2008, os Guta Naki deram o primeiro concerto e, quase um ano depois (em Setembro de 2009), começaram as gravações do primeiro disco, “Guta Naki”, editado em Novembro de 2010.
O ano de 2014 marca o regresso do trio, com a edição de “Perto Como”. E é esse trabalho que o grupo vai apresentar no Auditório de Espinho no dia 13 de junho. Mas antes disso, o Maré Viva esteve à conversa com Cátia Sá, a vocalista da banda.

Depois do homónimo “Guta Naki” surgiu agora o trabalho “Perto Como”. Quais são as principais diferenças?
Não sei especificar diferenças, mas partimos daí, queríamos fazer coisas diferentes, experimentar outros modos de compor. Há um processo, há vários até, vão-se acumulando modos de fazer, cada canção ensina a fazer uma canção.

 Foi difícil chegar ao processo final deste trabalho?
O processo final foi quando decidimos que o disco estava pronto, e não foi difícil reconhecer que já estava acabado, ficou feito e pronto. Até chegar esse momento trabalhámos muito nas canções, procurámos muito o caminho delas. Foi difícil e foi fácil.

A internet tem sido um bom aliado para os Guta Naki pois até já promoveram um concerto pelo vosso site. Pode repetir-se essa ideia?
Transmitimos um concerto no nosso site, na sala de ensaios, íamos lendo as reações das pessoas e comentando. Não sei se vamos fazer outra vez, pode ser que sim, é muito fácil e é uma maneira de estarmos mais perto das pessoas que estão longe, das que não podem assistir ao vivo, democratizar o acesso. Foi uma ideia, surgiu.

Já estiveram em Espinho? Gostam da cidade? Já atuaram no auditório local?
Ainda não estivemos em Espinho, vamos atuar no auditório pela primeira vez, mas temos tido sempre boas experiências a norte, contamos com isso.

O que podem esperar os espinhenses do próximo concerto?
 No concerto, os espinhenses vão poder ouvir este disco novo e algumas canções do primeiro. Temos também ideias de umas projeções de vídeo pra estrear no auditório, estamos a preparar isso.

Que planos tem para o futuro?
No futuro próximo queremos muito tocar este disco ao vivo. O plano é continuar, planear pra mudar, mudar pra planear. Cantando e andando.




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